Bem vindo aos mistérios solutos da vida, onde quem paga os míseros e pequenos detalhes das emoções somos nós. Pequeninos como uma grão de arei e gigantes como um ciclope, nós somos algo que não conhecemos e temos medo de reconhecer, somos apego e desapego, verdade e mentira, mas acima de tudo somos tudo que nós atrasa.
Ao mesmo tempo em que andamos nas ruas de concreto e cimento, flutuamos em desejos desnecessários e apreciações estranhas no meio de florestas mortas e queimadas. Do que nós adianta anadar? Estamos fugindo de nós mesmos. Destruidores de pensamentos e de vidas mortais.
Somos iguarias qualquer, joias sem valor, somos tudo que não é digno dessa vida. Enquanto olhares se abrem para morte, outros se fecham pra vida. Quem dera que tudo fosse um sonho, não é? Não existem problemas, não existem confusões, existem coisas, coisas como nós. Pequenos e falhos humanos, repletos de erros e maldade.
Não a nada de errado, quer dizer, se não a nós mesmos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário