domingo, 3 de junho de 2012

Tantos vivem, tantos morrem, mas nenhum no fim, sobrevivi.

Mesmo quando a guerra estiver no fim, ainda haverá motivos para começar outras. O poder os consumiu, o desejo os modificou, o que era pra ser cura, acabou se transformando no pior veneno que a sociedade já provou.
Crescer, crescer, crescer. É isso que eles querem. Mas o crescer não está na conquista, nem mesmo no mérito, está na presença e na ausência dos sentimentos, é o único alimento puro existente no sangue de quem batalha. Batalha, não por ouro, não por prata, mas sim por felicidade e esperança.

Nenhum comentário:

Postar um comentário